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  • Última actualização: 22 janeiro 2021

Competências Digitais em Portugal

noticia profA Diretora-Geral do INA, Elisabete de Carvalho, participou, dia 3 de novembro, num painel sobre "Competências Digitais: Portugal não vai deixar ninguém para trás", no webinar INCoDe.2030: promoção integrada das competências digitais em Portugal.

Esta sessão, em formato virtual, realizou-se no âmbito do Encontro Ciência 2020, que tem por objetivo debater o papel da ciência na recuperação de Portugal e da Europa.

Esta sessão teve início com a intervenção do Coordenador-Geral do INCoDe.2030, Nuno Rodrigues, que apresentou o Plano de Ação INCoDe.2030, o qual assenta em cinco eixos de ação: inclusão, educação, qualificação, especialização e investigação.

Aposta no "trabalho em rede"

No âmbito do debate sobre "Competências digitais, Portugal não vai deixar ninguém para trás", a Diretora-Geral do INA elogiou o trabalho que a Administração Pública (AP) tem vindo a desenvolver na área digital, designadamente na desmaterialização de processos, denotando porém que ainda há muito por fazer para garantir que se vencerá o desafio da transição digital. Tal desafio implica investir nas pessoas, elemento chave das organizações, promovendo, entre outras medidas, o reskilling (requalificação) e o upskilling (enriquecimento) no domínio das competências digitais dos trabalhadores e dirigentes. Requer ainda uma aposta na capacitação e rejuvenescimento da Administração Pública. Exige, por fim, uma abordagem em rede, multi-ator, colaborativa, entre entidades públicas e privadas, geradora de valor público, tal como ilustrado pelo caminho adotado pela estratégia INCoDe.2030.

Iniciativas para combater a exclusão digital

O painel sobre "Competências digitais, Portugal não vai deixar ninguém para trás" apresentou sete iniciativas que pretendem combater a exclusão digital na sociedade portuguesa. São elas:

- A implementação de programas como o UPskill - Digital Skills & Jobs - que pretende combater a falta de profissionais qualificados no setor das TIC;

- A aposta do IEFP na formação de formadores TIC e no desenvolvimento de competências digitais na formação profissional;

- O investimento no programa Escola Digital que incentiva a cidadania ativa e informada dos jovens, para que estes façam um uso crítico das tecnologias, e preparação dos professores nesse sentido;

- A criação da 1.ª edição do curso Literacia Digital pelo Instituto Politécnico de Santarém;

- A promoção da igualdade de género na área das tecnologias, por exemplo, através do projeto "Engenheiras Por Um Dia";

- O apoio à transição digital das empresas, por parte do IAPMEI, nomeadamente através de sistemas de incentivo, seminários e dias abertos;

- E a aproximação do Ensino Superior às empresas e ao mercado de trabalho, através de um maior envolvimento dos destinatários dos processos educativos no desenho dos cursos.

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04 de novembro 2020